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Degustação de vinhos, como fazer? Guia Completo!

Se você não se lembra do último vinho que provou, do seu sabor e aroma, é sinal de que a forma como consumiu a bebida não deixou registro. A diferença entre beber um vinho e degustá-lo está bem aqui. É muito mais fácil beber, mas as memórias só ficam pra quem degusta. 

Entenda: beber é simples. Você transfere o líquido da taça para a boca e dali direto ao estômago. Como fazer uma degustação de vinhos? Respondemos: na degustação de vinhos, esse caminho passa pelo cérebro e pelo coração. Exige concentração, técnica, experiência, imaginação e, sobretudo, amor. Degustar é sentir o vinho e interpretá-lo. Especialistas dizem que degustar é como escrever poesia, mas não é preciso ser poeta para apreciá-la. A degustação de vinhos envolve visão, olfato, tato e paladar.

Aqui você vai encontrar um GUIA COMPLETO, com PASSO A PASSO sobre como fazer uma degustação de vinhos, desde a escolha ideal da bebida, como harmonizar e degustar, além de conhecer as tendências atuais.

Lembre-se, para uma degustação de vinhos inesquecível você não precisa ser um especialista!

Se você é fascinado pelo mundo dos vinhos ou simplesmente um novo apreciador e quer saber mais sobre esse universo que embala apaixonados em todo o mundo, vamos te ajudar. Esse artigo irá mostrar exatamente como fazer uma degustação de vinhos. Esse artigo é um presente nosso para você, tem TUDO o que você precisa saber para começar!


Olha tudo que vamos te ensinar com o nosso GUIA COMPLETO sobre degustação de vinhos: 

Degustacao de Vinhos Como Fazer
Saiba tudo, passo a passo, com o nosso guia completo de degustação de vinhos
  1. Primeiros passos para degustar um bom vinho
  2. O vinho e os nossos sentidos 
  3. A taça ideal para a degustação de vinhos
  4. Qual a sequência perfeita para a degustação de vinho
  5. O que servir em uma degustação de vinhos?
  6. Como organizar uma degustação de vinhos?
  7. Como funciona uma degustação virtual de vinhos?
  8. Dicas EXTRAS

1- PRIMEIROS PASSOS PARA DEGUSTAR UM BOM VINHO

PASSO 1
O primeiro momento da degustação é de contato e análise visual do vinho, quando se observa claramente a sua cor e outros aspectos, como limpidez e brilho. Exceto pelos vinhos filtrados na vinícola ou de safras mais antigas, vale se certificar se ele está límpido e brilhante.

Visão: A cor do vinho pode te dizer muito sobre ele. Quanto mais escura, mais encorpado, por exemplo. Se a coloração é mais viva, sinal de que se trata de um vinho mais ácido e jovem. Quanto mais esmaecida, mais velho e menos ácido. Nos tintos, quanto mais violeta ou rubi, mais jovem (pode indicar que ainda está inadequado para beber). Quanto mais apagada e próxima ao tijolo ou à laranja, mais envelhecido. Já os brancos jovens têm uma tonalidade que puxa mais para o verde, passando com o tempo mais amarelo e ao dourado. Os brancos, diferentemente dos tintos, ficam mais escuros ao envelhecer. Assim, desconfie de brancos escuros demais.

PASSO 2

Fica por conta da famosa giradinha na taça. Ela oxigena a bebida e também colabora para liberar aromas, além de criar as conhecidas “lágrimas” na taça, um bom indicativo do seu teor alcoólico. 

PASSO 3
A análise olfativa é uma das mais relevantes na degustação. Lembrando que, idealmente o vinho não pode sofrer influência aromática do ambiente, pois só assim seu exame será o mais isento possível. Evite perfumes, comida ou qualquer outro item de cheiro intenso, como aromatizadores de ambiente, que podem comprometer a avaliação do vinho.

Olfato: Gire seu vinho na taça e libere a imaginação. Inspire. Os aromas evoluirão à medida que você o aprecia, pois as substâncias aromáticas se volatilizam em tempos diferentes. Algumas rapidamente, outras demoram mais. É interessante guardar um pouco de bebida na taça por algumas horas para acompanhar a evolução dos aromas. Procure associar os aromas a coisas que você conhece (frutas, flores, especiarias, minerais) e ficará muito mais fácil reconhecê-los e recordá-los.

PASSO 4
É por meio da análise gustativa que você descobrirá se o vinho degustado te agrada ou não e sentirá a presença de ingredientes como o álcool e o tanino e também a acidez, doçura e outros sabores.

Paladar: Beber é a última etapa. Aqui se irá confirmar tudo que já se sentiu. Mas não se engane, boa parte do que entendemos ser paladar, na verdade é olfato. 

2- O VINHO E OS NOSSOS SENTIDOS 

Enquanto o número de aromas é infinito, o paladar proporciona quatro sensações:

Dulçor
É percebido na ponta da língua. Vem de açúcares, frutose, álcool etílico e glicerina; 

Acidez
Percebida principalmente nos cantos da boca, próximo aos maxilares, pela salivação provocada. Quanto maior a salivação, mais ácido o vinho. Vem dos ácidos málico, lático, tartárico e cítrico; 

Salgado
Sentido principalmente na parte superior da língua. Vem dos sais minerais e sais ácidos; 

Amargor
Mais perceptível na área da língua junto à garganta, normalmente após engolir. Vem da oxidação de taninos e sulfatos.

Alguns cientistas acrescentam uma quinta sensação à esta lista. Chamado de umami, este gosto seria percebido em toda a cavidade bucal e estaria associado ao glutamato monossódico, tempero utilizado na culinária oriental, que no Brasil é conhecido pela marca Aji-no-moto. Já há um sexto gosto em estudo, o kokumi, associado a um tipo de aminoácido, que acrescenta sensação de volume ao sabor, tornando pratos mais “substanciosos”. O kokumi ocorre naturalmente no alho, cebola e outros alimentos (sim, nosso tradicional “refogado” tem razão de ser). As sensações de umami e kokumi podem estar presentes nos vinhos.

Na boca, contudo, não se percebe só o paladar, sente-se também tato e aromas (pela comunicação interna da boca com o nariz). Deve-se deixar o vinho algum tempo na boca, mastigando-o e sentindo-o em toda cavidade bucal.

No tato nota-se a consistência do vinho (sua textura e corpo), a aspereza, a fluidez, a pungência (alguns mais tânicos ou alcoólicos podem dar uma leve impressão de pressão ou de dor na língua), a temperatura e a adstringência ou tanicidade (produzida pelo travo notado nas laterais da língua).

O aroma percebido pela boca é diferente do de nariz, pois a saliva aquece e intensifica a evaporação. Esses aromas normalmente são mais fortes (e normalmente menos elegantes) que os de nariz. Para senti-los melhor, pode-se, com o líquido ainda na boca, deixar entrar um pouco de ar nela. Assim, a evaporação será intensa e os aromas bastante nítidos. Após engolir, sente-se o calor provocado, efeito do álcool e o que chamamos fim-de-boca, sensação percebida no fim da língua, quase na garganta. Com alguns exemplares, tem-se a sensação de que os aromas retornam após algum tempo, é o que chamamos de retro gosto.

Assim, a autêntica técnica de degustação consiste em proceder toda essa análise de maneira natural e contínua, de modo a não comprometer o principal: o prazer. O que torna o vinho tão especial é o equilíbrio entre razão e emoção que inspira em seu bebedor.

3- A TAÇA IDEAL PARA A DEGUSTAÇÃO DE VINHOS

Cada taça oferece uma experiência diferente, relacionada a sabor e aroma

Para Marcelo Copello, um dos principais formadores de opinião da indústria do vinho no Brasil, a taça é o instrumento do apreciador, uma espécie de amplificador das qualidades da bebida. “Apreciar um bom rótulo num copo reto de vidro grosso é como ouvir Von Karajan regendo a Filarmônica de Berlim em um radinho de pilha. Numa descrição genérica a taça ideal é formada de base, haste e bojo, que deve ter formato ovalado, estreitando em direção a borda; deve ser totalmente transparente, de vidro fino e jamais enchida a mais que um terço de sua capacidade. Para os espumantes não me agradam os copos do tipo flute, pois nos privam dos aromas do vinho – neste caso o ideal são os do tipo tulipa”.

É fato que o formato da taça impacta diretamente o ato de degustar, pois tem influência na temperatura, nas papilas gustativas e nos aromas do vinho. Veja alguns exemplos:

Taça Borgonha – Ideal para vinhos Pinot Noir, por possuir um bojo maior em formato de balão, que conduz o líquido para as laterais da língua, valorizando a acidez da bebida.

Taça para vinho branco – Com bojo menor, diminui a influência da troca de calor, o que é ótimo para este tipo de vinho, que deve ser servido refrigerado.

Taça Bordeaux – Perfeita para vinhos tintos mais complexos como Merlot, Cabernet Sauvignon, e Tannat, por conta do bojo grande e da boca menor. 

Taça flute – Parece uma flauta, daí o nome. Permite que o vinho toque o centro da língua, minimizando a intensidade da acidez da bebida, além de reduzir o contato com o oxigênio, evitando a perda de gás. 

4- QUAL A SEQUÊNCIA PERFEITA PARA DEGUSTAR O VINHO?

Existe uma ordem ideal para uma boa degustação de vinho? Sim!!!

Preferências à parte, há sim regras simples quando o tema é a ordem perfeita para uma degustação de vinhos, de acordo com o corpo, graduação alcoólica, nível de açúcar, envelhecimento, proveniência ou variedade de uva, por exemplo. Entenda melhor: 

Do mais jovem ao mais maduro

O caminho é degustar os mais jovens, que são menos complexos, e depois os mais velhos, que apresentam camadas aromáticas mais complexas e exigem uma degustação mais lenta. 

Dos secos aos doces

Comece pelos secos, passando pelos meios secos e finalize com os mais doces.

Do branco ao tinto

Os tintos saturam mais o paladar que os brancos, então o ideal é seguir uma ordem que vá dos espumantes, passe pelos brancos e rosés, até os tintos e vinhos doces. 

5- O QUE SERVIR EM UMA DEGUSTAÇÃO DE VINHOS?

Com a bebida bem acondicionada, sequência ideal e a taça definidas, vamos dar algumas sugestões para a harmonização perfeita da sua degustação de vinhos. 

Antes, é importante lembrar que, entre as degustações de diferentes vinhos, você limpe o paladar para permitir a hidratação e a melhor experiência em cada bebida servida. Beba e ofereça água para quem for te acompanhar, além de pãezinhos e biscoitos de água e sal!

Para a harmonização, anote aí!

Vinhos frutados, leves e secos – queijos moles e semi moles como Camembert e Brie. Opte por pães como Ciabatta e Francês, que sobreponham os sabores das bebidas.

Vinhos encorpados e com menos acidez – queijos mais duros como Provolone, Gouda e Gruyère. Escolha pães com especiarias, gordurosos e intensos como a Focaccia.

Se a intenção é fazer a degustação dos vinhos em um almoço ou jantar:

Prefira carnes vermelhas para acompanhar vinhos tintos mais maduros.

Escolha carnes brancas ou mesmo apimentadas para acompanhar vinhos brancos ou tintos com menor ocorrência tânica, como um Carménère.

Para encerrar com chave de ouro, sirva a sobremesa acompanhada de vinhos mais doces. 

Com tudo isso, garanto que a sua experiência será um entretenimento agradável e democrático. Você não precisa conhecer profundamente a bebida para fazer parte desta viagem!!!

Uma das maneiras mais prazerosas, é realizar uma degustação de vinhos com amigos

6- COMO ORGANIZAR UMA DEGUSTAÇÃO DE VINHOS?

A degustação é o passo inicial para a imersão no universo do vinho. Com certeza, não há melhor maneira de conhecer a bebida, do que degustar vinhos. Afinal, é degustando que se percebe a singularidade de cada um. Degustar é exercitar sua capacidade de distinguir as diferentes nuances e qualidades e,  com toda essa bagagem ir formando o seu gosto pessoal.

Uma das maneiras mais prazerosas de realizar uma degustação de vinhos é preparando uma reunião com amigos para apreciar e trocar experiências, conforme se vai bebendo. É óbvio que a degustação individual também pode ser muito proveitosa, mas nada melhor do reunir os amigos e ir colhendo opiniões sobre os rótulos degustados, o que pode ajudar e muito a chegar a uma compreensão melhor sobre os sabores e aromas.

Portanto, fica a dica: para realizar uma boa degustação de vinhos, seja casual ou mais formal, o essencial é ter bons convidados e ótimas opções de vinhos. Então, quer receber os amigos promovendo uma degustação de vinhos em casa? Vamos te dar um passo a passo simples para essa organização, dá uma olhada:

1- Primeiro, defina um tema. Que tal uma noite de vinhos portugueses? Ou chilenos? A dica aqui é evitar os vinhos que já são familiares do teu paladar e dos seus convidados, assim você terá o elemento surpresa da degustação. 

2- Depois, escolha quantos e quais rótulos experimentar. Duas garrafas servem bem duas pessoas. Considere essa quantidade de acordo com o número de presentes e também levando em conta os hábitos dos convidados no que diz respeito à quantidade de consumo.

3- Harmonize! Combinar vinhos com alimentos traz ainda mais charme à sua degustação. Busque combinações tradicionais ou crie suas próprias, seguindo as dicas que já passamos neste mesmo texto. Outra dica importantíssima vem do mestre Marcelo Copello: “jamais coma o que você não gosta ou beba o que você não quer para fazer a harmonização que em teoria seria a melhor”.

4 – Preste atenção à temperatura de serviço do vinho. Gelar demais pode fazer com que os aromas fiquem mascarados. Genericamente sirva os tintos a 18ºC, brancos a 12ºC e espumantes a 8ºC.

5 – Deixe o líquido respirar. Os vinhos, em sua maioria, devem ser consumidos assim que abertos. Porém, alguns tintos de maior corpo, se beneficiam de alguns minutos de contato com o ar antes de serem degustados. Mas, atenção: simplesmente abrir a garrafa e deixar o líquido dentro dela não resolve, é necessário transferir o conteúdo para uma jarra ou decanter para aumentar o contato com o ar.

6 – Observe a sequência de degustação de vinhos que já indicamos. Trocar de vinho deve ser uma tarefa criteriosa. O ideal é que a sequência de degustação de vinhos siga uma crescente de paladar. Os brancos antes dos tintos, os leves antes dos encorpados e por aí vai.

7. Sobrou vinho depois da degustação? Aqui vai uma dica de ouro: uma vez aberta a garrafa o líquido se oxidará gradualmente até se tornar intragável. Portanto, um método caseiro eficiente é a utilização de meias garrafas (de 375 ml). Ao abrir uma garrafa grande, transfira metade do conteúdo para a menor, que deve estar perfeitamente limpa. Encha-a por completo e depois arrolhe. Assim o vinho pode resistir por mais tempo.

Agora que você já sabe como fazer a sua imersão no mundo da degustação de vinhos e que não precisa ser um expert para ter as melhores experiências, vou te um pouco sobre uma tendência que surgiu durante o período de isolamento social e que veio para ficar: a degustação virtual de vinhos. 

7- COMO FUNCIONA UMA DEGUSTAÇÃO VIRTUAL DE VINHOS?

Você já conhece a startup “Talk Wine”? Ela é a primeira plataforma brasileira de degustação virtual de vinhos em larga escala, ou seja, você pode estar em qualquer lugar do Brasil e participar de degustações incríveis com os maiores nomes do vinho no País sem sair de casa. A Talk Wine nasceu com o propósito de levar às famílias de todo o Brasil o melhor da bebida por meio de experiências online que incluem entretenimento, música, cinema e gastronomia.

Tudo começou assim: com a pandemia provocada pelo Covid-19, os brasileiros precisaram mudar completamente suas rotinas em casa e no trabalho e também ficaram privados de opções de lazer e entretenimento por conta do isolamento social. E foi justamente nesse cenário de crise e restrições que dois empresários paranaenses, André Barros e José Roberto Mattos, enxergaram essa oportunidade. Trazer um momento de lazer e entretenimento no conforto e segurança do lar e na companhia dos familiares. 

Para aproximar os amantes da bebida e a próxima geração de apreciadores por meio de experiências surpreendentes, a Talk Wine reúne profissionais de renome na cena nacional e internacional.

Marcelo Copello, curador da Talk Wine
Marcelo Copello é o curador da Talk Wine
  • Marcelo Copello, um dos principais formadores de opinião da indústria do vinho no País, com expressiva carreira internacional e seis livros publicados, em português, espanhol e inglês, premiados no Brasil e exterior, é a principal aposta. As experiências de estreia do negócio, com os temas Portugal e Cinema, tiveram sua curadoria e foram conduzidas pelo jornalista – que promete enriquecer ainda mais as lives da Talk Wine convidando sommeliers, enólogos, músicos e chefs de cozinha. Uma degustação temática, “Vinho & Cinema”, e um curso de iniciação também já estão na programação de Copello. 

Outros nomes de destaque no País também já assinaram como palestrantes da Talk Wine:

Suzana Barelli é uma das principais jornalistas do meio
  • Suzana Barelli é jornalista dedicada a cobrir o tema. Foi diretora de redação e depois editora de vinhos da revista Menu, também da Editora Três, e agora escreve para o caderno Paladar, do jornal O Estado de S. Paulo, além de colaborar com outras publicações. 
Gabi Frizon tem mais de 13 anos de experiência na área
  • Gabi Frizon é empreendedora e sommelière. Tem mais de 13 anos de experiência na área de Alimentos e Bebidas. É consultora para o mercado de vinhos no Brasil desde 2017. Responsável pela gestão de adega e serviço de vinhos do restaurante La Tambouille (SP), restaurante Kinoshita (SP) e Venga La Barra (RJ).
Carlos Cabral é especialista em vinhos portugueses

Carlos Cabral é uma das personalidades mais respeitadas do mercado brasileiro de vinhos. É consultor do Grupo Pão de Açúcar há mais de 20 anos, especialista em vinhos portugueses, autor de inúmeros livros e colunista de Prazeres da Mesa.

Para participar de uma das degustações virtuais de vinho da Talk Wine basta acessar o site da Talk Wine, escolher a degustação virtual com a qual mais se identifica (há datas e temáticas diferentes) e comprar um passaporte. Você recebe em casa o kit com dois vinhos, cardápio de receitas para harmonização e dicas para aproveitar ao máximo a participação. No dia e hora programados, basta acessar a live e vivenciar a experiência pela smart TV, tablet ou smartphone. E se quiser rever a degustação, também é possível: as transmissões são ao vivo mas permanecem gravadas, permitindo que se assista quantas vezes quiser. 

DICAS EXTRAS

  • Vinho velho não é necessariamente uma boa bebida. Procure escolher bebidas que não ultrapassem quatro anos. Somente certos tipos de vinhos não perdem as propriedades após este período.
  • A garrafa do vinho merece atenção. Procure saber se foi armazenada corretamente, se o nível do líquido não está abaixo do normal e se a rolha está preservada. Coloque a garrafa contra a luz e veja se o vinho tinto está muito acastanhado ou o branco excessivamente dourado. Isso é sinal de oxidação e perda de qualidade.
  • O armazenamento do vinho que você vai degustar também é importante. Procure deixar a garrafa em local com pouco luminosidade, arejado e sem muita variação de temperatura. Mantenha as garrafas deitadas para que as rolhas não ressequem. Lembrando! Espumantes precisam ficar em pé para não perder gás carbônico.